Tabagismo

Quer parar de fumar Acesse:

http://www.queroparardefumar.com.br/

http://www.euvouparardefumar.com/

http://actbr.org.br/tabagismo/tratamento-locais.asp

http://www.activestop.com.br/

Denúncias Contra Estabelecimentos – Antitabagismo

http://www.leiantifumo.sp.gov.br/portal.php/fiscalizacao

Acessem o Formulário e Envie para o Procon.

Os Males do Fumo

O Fumo passivo

A nova lei que cria ambientes livres de tabaco em São Paulo visa defender a saúde, principalmente, das pessoas que não fumam, mas acabam obrigadas a inalar a fumaça do cigarro daquelas que fumam. O tabagismo passivo, fumo de segunda mão, tabagismo involuntário ou exposição à fumaça do tabaco ambiental são diferentes conceituações do mesmo fenômeno.

O fumo passivo é um grave problema de saúde pública. Já está comprovado que não existem níveis seguros de inalação da fumaça de cigarros. Já no início dos anos 60, importantes instituições de saúde, como o Royal College of Physicians de Londres e o Surgeon General dos Estados Unidos, divulgaram dados apontando a relação entre fumo passivo e câncer do pulmão. Com o avanço das comprovações científicas sobre os males para a saúde pública, em 1971, os Estados Unidos já aprovavam leis protetoras aos fumantes passivos.

No começo da década de 80 foi divulgado o célebre estudo de Hirayama, no Japão, que avaliava a incidência de câncer de pulmão em pessoas que nunca haviam fumado. Esse estudo pioneiro, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa do Centro Nacional de Câncer, avaliando mais de 100 mil mulheres, demonstrou que esposas de fumantes apresentavam incidência dobrada de câncer pulmonar, quando comparadas às mulheres casadas com não fumantes.

 

Males

Mulheres

No começo da década de 80 foi divulgado o célebre estudo de Hirayama, no Japão, que avaliava a incidência de câncer de pulmão em pessoas que nunca haviam fumado. Esse estudo pioneiro, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa do Centro Nacional de Câncer, avaliando mais de 100 mil mulheres, demonstrou que esposas de fumantes apresentavam incidência dobrada de câncer pulmonar, quando comparadas às mulheres casadas com não fumantes.

Exposição de mulheres não fumantes ao fumo passivo, durante a gravidez, pode causar redução no crescimento fetal. Também existem evidências de que a exposição pós-natal de crianças ao fumo passivo contribui para o risco de síndrome de morte súbita infantil.

Quando a mulher fuma durante a gravidez, aumenta o risco de abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso e de mortes fetais.

Crianças

A criança pode ser um fumante passivo desde a vida intra-uterina se a mãe ou algum outro agregado da casa for consumidor de cigarro. Essas crianças, vivendo em ambiente poluído pelo tabaco, passam a sofrer vários tipos de prejuízos, porque são particularmente sensíveis à poluição atmosférica provocada pela fumaça do cigarro.

O bebê que respira a fumaça do cigarro apresenta um risco maior do que os bebês de mães que não fumam de desenvolver bronquite, pneumonia e infecções respiratórias em geral. Os filhos cujas mães fumam durante a gestação tem maiores riscos de prejuízos no desenvolvimento, que pode se refletir no rendimento escolar.

Doenças

Mortes por doenças do coração, bem como aquelas provocadas por doenças do pulmão e câncer da cavidade nasal, também têm sido associadas à exposição ao fumo passivo.

O tabagismo passivo é uma combinação complexa de mais de 4.700 substâncias químicas na forma de partículas e gases, incluindo irritantes e tóxicos sistêmicos tais como cianeto de hidrogênio, dióxido sulfúrico, monóxido de carbono, amônia, e formaldeído. A fumaça de segunda mão também contém carcinógenos e mutagênicos tais como arsênico, cromo, nitrosamidas e benzopireno, sendo que muitas dessas substâncias químicas são tóxicas reprodutivas, tais como a nicotina, cadmium e monóxido de carbono.

A fumaça do cigarro também é uma importante fonte de poluição do ar interno, causando efeitos imediatos em fumantes passivos e ativos, tais como irritação ocular e nasal, dor de cabeça, dor de garganta, vertigem, náusea, tosse e problemas respiratórios.

Fonte: Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo

Pare de Fumar

·         1. O que é tabagismo?

Tabagismo é considerado pela Organização Mundial de Saúde uma doença pois a nicotina que o cigarro contém causa dependência e provoca alterações físicas, emocionais e comportamentais na pessoa que fuma. Assim, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças, o tabagismo foi catalogado como “uma desordem mental e de comportamento, decorrente da síndrome de abstinência à nicotina” (CID10 F17.2). Além disso, o cigarro é uma droga que contém mais de 4700 substâncias químicas, 60 cancerígenas, e está associado a diversos tipos de doenças.

·         2. Como eu sei se sou dependente do cigarro?

Existem várias situações que demonstram se uma pessoa é dependente ou não: se você fizer uso do cigarro e não tiver controle sobre ele; se ao longo do tempo precisar de quantidades cada vez maiores do cigarro; se persistir no uso mesmo sabendo das conseqüências nocivas; se perder muito tempo na obtenção do cigarro deixando outras coisas de lado; se tiver períodos de vontade de fumar que você considera incontroláveis; se tiver sintomas de abstinência ao tentar parar de fumar.

·         3. Quais são as doenças causadas pelo fumo?

Foram já listadas mais de 50 tipos de doenças tabaco-relacionadas, destacando-se as doenças cardiovasculares, pulmonares e vários tipos de câncer. É preciso ressaltar que, ao circular pela corrente sanguínea, as substâncias tóxicas do cigarro podem atingir todo o organismo.

·         4. E adianta parar de fumar se já estou doente ou fumo há muito tempo?

Certamente que sim. Ao parar de fumar você permite a seu organismo recuperar-se dos danos causados pelo cigarro; em caso de doenças já instaladas, evita sua progressão e melhora sua qualidade de vida.

·         5. Existe tratamento para parar de fumar?

Sim, hoje contamos com diversas opções de tratamento para o tabagismo, que vêm se mostrando muito úteis para auxiliar o fumante no processo de abandono do cigarro. Podem ser utilizadas separadamente ou combinadas, e incluem:

  • medicamentos específicos que atuam sobre a vontade de fumar
  • terapia de reposição nicotínica (TRN) através de gomas de mascar, adesivos transdérmicos, spray nasal e inalante em aerossol
  • terapia cognitivo comportamental, com foco na cessação do tabagismo

·         6. Estes métodos de tratamento estão disponíveis no Brasil?

Sim, com exceção do spray nasal e inalante em aerossol.

·         7. Qual o mais eficaz?

A associação de recursos terapêuticos têm se mostrado o método mais eficaz para o tratamento, ou seja, combinar a terapia cognitivo comportamental com TRN e medicamentos eleva as possibilidades de sucesso no tratamento, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

·         8. Quando o fumante deve procurar ajuda?

Quando ele sente vontade de parar de fumar, não consegue ou teme não conseguir parar sozinho, independente do número de cigarros que consome. É também indicado quando já tentou outras vezes sem sucesso e quer abandonar o tabagismo.

·         9. Como estimular um fumante a se tratar?

É importante sensibilizá-lo quanto aos problemas relacionados ao cigarro para que ele mesmo opte por parar de fumar e busque tratamento se necessário. Alguns estímulos externos podem ajudar nesta decisão, como orientação médica, apoio familiar, restrição à publicidade do tabaco e divulgação ampla de seus malefícios, restrições legais quanto ao fumo em ambientes coletivos, mas é fundamental também o estímulo interno, ou seja, a determinação do indivíduo em mudar. Atitudes muito críticas, depreciativas ou cobranças mostram-se ineficazes.

·         10. Devo participar de um grupo ou fazer tratamento individual?

O tratamento em grupo tem sido muito utilizado pois o apoio mútuo e a troca auxiliam no processo de abandono do cigarro, mas ambos os casos são válidos e trazem bons resultados. Você pode optar ou decidir isto junto ao terapeuta que irá acompanhá-lo.

·         11. Há risco de ficar dependente se usar algum medicamento para parar de fumar?

Não, não há risco de dependência mas é necessária orientação médica quanto à indicação, uso adequado e possíveis restrições.

·         12. Quero parar mas tenho medo de não conseguir: o que fazer?

Toda mudança de comportamento gera medo. Saiba que é muito comum o fumante apresentar esta ambivalência, isto é, uma alternância entre o desejo de parar e ao mesmo tempo dúvidas ou temores. O que importa é que você tente, dê-se esta chance.

·         13. E se eu não conseguir, ou até parar e recair, quer dizer que sou incapaz ou fraco?

De forma alguma. A dependência ao tabaco é complexa e poderosa e portanto parar de fumar é uma conquista que pode levar tempo para algumas pessoas. Ao contrário do que se pode pensar, a cada nova tentativa aumentam as possibilidades de sucesso, por isso o importante é não desistir. Caso não consiga você pode tentar novamente.

·         14. Será que vou engordar se parar de fumar?

Não é raro que as pessoas engordem por alterações metabólicas após parar de fumar, em média entre 2 e 4kg; este ganho de peso tende a regredir e se normalizar após 6 meses sem fumar. Ansiedade, alterações na olfação, paladar e sedentarismo podem contribuir para um ganho de peso maior, mas este pode ser evitado mediante orientação adequada.

·         15. Posso fumar cachimbo ou charuto ao invés do cigarro?

Não, pois estes produtos também contêm substâncias nocivas ao organismo e meio ambiente. Sabe-se que as pessoas que fumam cachimbo ou charutos podem ter uma possibilidade maior de ter câncer de boca e língua, pois ambos não possuem filtro e a fumaça fica por algum tempo na boca.

·         16. É verdade que mesmo não sendo fumante posso ser prejudicado pela fumaça do cigarro?

Sim, são comprovados os prejuízos à saúde do chamado fumante passivo; quanto mais próximo e constante o contato com a fumaça do cigarro, maior o risco de desenvolver doenças tabaco-relacionadas. Evite ao máximo ficar perto de tabagistas quando estão fumando e saiba que por lei é proibido fumar em locais fechados*.

*fechados = Ambientes fechados de uso coletivo

Fonte: Aliança de Controle do Tabagismo

Teste de dependência da nicotina

1 Quanto tempo depois de se levantar você fuma o 1º cigarro?

Primeiros 5 minutos
6-30 minutos
31-60 minutos
Mais de 60 minutos

2 Tem dificuldade em não fumar nos locais em que é proibido?

Sim
Não

3 Qual é o cigarro que mais o satisfaz?

O 1º da manhã
Qualquer outro

4 Quantos cigarros fuma por dia?

menos que 10 cigarros
de 11 a 20 cigarros
de 21 a 30 cigarros
mais que 31 cigarros

5 Fuma mais no começo do dia?

Sim
Não

6 Fuma mesmo quando está doente?

Sim
Não

Faça o teste clicando no link e veja o resultado que ira mudar sua vida:

http://www.leiantifumo.sp.gov.br/portal.php/males_pare-de-fumar

Preparação para parar de fumar

·         A) Motivos:

Descubra quais são os motivos que fazem com que você continue fumando:

  • “fumar me dá energia, me deixa mais animado”, o cigarro realmente exerce um efeito estimulante, porém praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável, ter uma boa noite de sono são medidas que lhe proporcionarão um melhor desempenho nas suas atividades do cotidiano.
  • “ter o cigarro em minhas mãos me dá prazer”, os rituais que cercam o ato de fumar, como acender o cigarro, levá-lo à boca ou simplesmente segurá-lo tornam-se automáticos para o fumante. Medidas para substituí-los, tais quais segurar uma caneta, chupar balas ou praticar uma atividade manual (pintura, carpintaria, costura), podem ser úteis.
  • “fumo porque gosto”, se você pensa dessa forma saiba quais são os benefícios ao parar de fumar.
  • “fumar reduz o meu estresse”, lembre-se que existem outras maneiras mais saudáveis de reduzir o estresse, como praticar atividades físicas regularmente, ouvir música, um bom banho, viajar ou ler um livro.
  • “estou viciado”, a dependência da nicotina pode ser tratada com remédios, não hesite em procurar o médico.

Anote em uma folha de papel os motivos que o levaram a parar de fumar e a deixe bem a vista.

·         B) Marque a data para parar de fumar:

  • A data deve ser marcada com uma certa antecedência (duas semanas).
  • Prefira dias mais tranqüilos.
  • Conte para seus familiares e amigos a respeito da decisão.
  • Tente diminuir o número de cigarros fumados.
  • Descubra quais são as situações em que a vontade de fumar é maior (exemplos: após o café, ao beber bebidas alcoólicas, quando está ao telefone, etc) e procure evitá-las.
  • Retire da casa os produtos relacionados ao tabaco, como cinzeiros e isqueiros.
  • Passe a fumar fora de casa, do carro e do ambiente de trabalho. Dessa forma, reduz-se o cheiro de cigarro nesses locais e por conseqüência a tentação para fumar.
  • Solicite aos familiares e amigos que não fumem perto de você e nem dentro de casa.
  • Se há algum fumante que divide com você o ambiente doméstico, convença-o a interromper o tabagismo, se não for possível peça-o para não fumar dentro de casa.
  • Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.
  • No dia marcado, pare com o cigarro de maneira abrupta.
  • Evite as situações que aumentem o desejo de fumar.
  • Use a medicação prescrita pelo médico.
  • Fuja da rotina e do estresse.
  • Para combater a ansiedade pratique atividade física, chupe uma bala.
  • Nos momentos em que o desejo pelo cigarro for intenso, a respiração labial pode ser útil: encha o peito de ar bem profundamente, feche os olhos e exale o ar lentamente através dos lábios semicerrados, durante a exalação fique relaxado e procure sentir todas as partes do corpo, repita o processo sempre que preciso.
  • Evite locais fechados em que possa haver pessoas fumando.
  • Beba bastante água e procure comer alimentos mais leves.
  • Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.
  • Não hesite em procurar o seu médico.
  • Lembre-se: você é um dependente da nicotina, um único cigarro pode levar ao insucesso do tratamento do tabagismo.
  • Mantenha uma vida saudável, continue praticando atividades físicas e se alimentando corretamente, dessa forma, você reduz o ganho de peso.
  • Evite a bebida alcoólica.
  • Os sintomas de abstinência tendem a desaparecer após 4 semanas, porém se o desejo de fumar surgir realize a respiração labial.
  • Lembre- se dos malefícios do cigarro.
  • Procure o seu médico sempre que necessário.

·         C) Dias que antecedem a data marcada:

A ação para parar de fumar

A manutenção sem o cigarro

Fonte: queroparardefumar.com.br

Mais informações sobre o cigarro

  • O cigarro, responsável por uma série de problemas de saúde, é fator determinante das duas maiores causas de morte por doença em todo o mundo: as doenças cardiovasculares e o câncer. Estudos recentes já apontaram 56 doenças relacionadas ao tabagismo.
  • Cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão, 30% dos demais tipos de câncer, 85% das doenças pulmonares obstrutivas crônicas, 45% das doenças coronarianas e 25% das doenças cérebros-vasculares são atribuídas ao consumo de tabaco.
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS), entre outras instituições científicas e organizações não-governamentais, aponta o tabagismo como uma das mais graves doenças da era contemporânea, constituindo uma ameaça real e importante à saúde pública.
  • Atualmente existe no mundo cerca de 1,3 bilhão de fumantes, que consomem cerca de sete trilhões de unidades de cigarros/ano. O tabagismo é responsável pela morte de aproximadamente cinco milhões de pessoas por ano em todo o mundo, o que significa dizer uma morte a cada 6,6 segundos. O uso de tabaco foi a segunda maior causa de morte no mundo no ano 2000, sendo a causa de uma em cada dez mortes de adultos.
  • No Brasil, segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS, 200 mil vidas são perdidas prematuramente devido ao consumo do tabaco. A OMS prevê que nas próximas décadas o tabagismo matará mais do que a soma de mortes provocadas pela AIDS, acidentes de trânsito, alcoolismo, drogas ilegais, homicídios, suicídios e tuberculose; e que a epidemia tabagística estará bem mais avançada nos países pobres. Nesses casos, os recursos destinados à saúde tendem a ser insuficientes para suportar essa epidemia.
  • O tabagismo é uma doença causada pela dependência da nicotina, uma droga tão poderosa que vicia cerca de 80% dos indivíduos que a utilizam. Quanto maior é o número de cigarros fumados por dia e o tempo que se fuma, maior a possibilidade do aparecimento de doenças para as quais o tabaco é fator de risco. No entanto, mesmo um único cigarro por dia já é prejudicial à saúde.
  • Nas mulheres, a menopausa precoce é mais freqüente entre as fumantes. Estas, quando associam fumo com a pílula anticoncepcional, têm o risco aumentado de até 700% de sofrer infarto do coração e derrame cerebral. O tabagismo nas mulheres também aumenta o risco de contrair câncer do colo de útero e da mama, além de contribuir para o aparecimento precoce de rugas, ressecamento da pele e do cabelo, amarelamento dos dentes entre outros problemas.
  • No homem, o fumo provoca, além dos problemas já citados anteriormente, o envelhecimento precoce, a esclerose progressiva das artérias, inclusive das penianas. Portanto, reduz a capacidade erétil do pênis. Há evidências concretas de que nos homens fumantes é maior a freqüência de impotência sexual.

Fonte: Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo

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